Trabalho sobre Marcelo Spalding:
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quarta-feira, 9 de outubro de 2013
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
A Independência do Brasil, comemorada em 7 de setembro, foi um dos acontecimentos que mudou os rumos de nossa nação., pois marca o fim do domínio português e a conquista da autonomia política.
Durante um tempo, D.Pedro seguiu ordens da corte portuguesa, mas acabou percebendo que as leis vindas de Portugal pretendiam transformar o Brasil novamente em uma simples colônia.
Então pouco depois que assumiu, Dom Pedro I passou a tomar medidas em favor da população e começou a ganhar prestígio. Neste contexto e atendendo a demonstração de apoio, no dia 9 de janeiro de 1822, D. Pedro recebeu um abaixo-assinado pedindo que ficasse e ele atendeu ao desejo do povo.
Dom Pedro I fez uma declaração oficial afirmando assim seu acordo com os brasileiros.
Declarou a independência do país no dia 7 de setembro de 1822, às margens do rio Ipiranga, em São Paulo. Nos meses seguintes, os brasileiros venceram facilmente o ataque das tropas portuguesas, com ajuda inglesa. Em pouco tempo, vários países da América, que já haviam se libertado do domínio europeu, apoiaram oficialmente nossa independência.
D.Pedro tornou-se o primeiro imperador do Brasil, com o título de D.Pedro I.O Brasil passou a ser uma monarquia, uma forma de governo em que os poderes são exercidos pelo imperador ou rei.
quarta-feira, 21 de agosto de 2013
3 coisas fundamentais na minha vida
Meu nome é Laís, e as coisas mais significativas na minha vida são: amizade, sinceridade e amor
Amizade
Amizade
Eles estão do meu lado nos momentos bons e ruins, na alegria e na tristeza, eles me ajudam sempre, são uma peça fundamental na minha vida.
Sinceridade
É uma peça fundamental, as pessoas agindo com sinceridade além de dizer a verdade, a partir da sinceridade uma confiança é conquistada.
Amor
Um sentimento indispensável, receber afeto e dar é umas das coisas mais importantes e fundamentais na vida de alguém, você se sente melhor e mais amado pela sociedade.
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
3 coisas que não da para viver sem
Volta as Aulas
Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas.
Escolas que são gaiolas existem para que os pássaros
desaprendam a arte do vôo. Pássaros engaiolados são pássaros sob controle.
Engaiolados, o seu dono pode levá-los para onde quiser. Pássaros engaiolados
sempre têm um dono. Deixaram de ser pássaros. Porque a essência dos pássaros é
o vôo.
Escolas que são asas não amam pássaros engaiolados. O que
elas amam são pássaros em vôo. Existem para dar aos pássaros coragem para voar.
Ensinar o vôo, isso elas não podem fazer, porque o vôo já nasce dentro dos
pássaros. O vôo não pode ser ensinado. Só pode ser encorajado.
Rubem Alves
quarta-feira, 26 de junho de 2013
segunda-feira, 3 de junho de 2013
Artigo de Opinião
Lya Luft
Há quem diga que sou otimista demais. Há quem diga que sou pessimista. Talvez eu tente apenas ser uma pessoa observadora habitante deste planeta, deste país. Uma colunista com temas repetidos, ah, sim, os que me impactam mais, os que me preocupam mais, às vezes os que me encantam particularmente. Uma das grandes preocupações de qualquer ser pensante por aqui é a educação. Fala-se muito, grita-se muito, escreve-se, haja teorias e reclamações. Ação? Muito pouca, que eu perceba. Os males foram-se acumulando de tal jeito que é difícil reorganizar o caos.
Há coisa de trinta anos, eu ainda professora universitária, recebíamos as primeiras levas de alunos saídos de escolas enfraquecidas pelas providências negativas: tiraram um ano de estudo da meninada, tiraram latim, tiraram francês, foram tirando a seriedade, o trabalho: era a moda do “aprender brincando”. Nada de esforço, punição nem pensar, portanto recompensas perderam o sentido. Contaram-me recentemente que em muitas escolas não se deve mais falar em “reprovação, reprovado”, pois isso pode traumatizar o aluno, marcá-lo desfavoravelmente. Então, por que estudar, por que lutar, por que tentar?
De todos os modos facilitamos a vida dos estudantes, deixando-os cada vez mais despreparados para a vida e o mercado de trabalho. Empresas reclamam da dificuldade de encontrar mão de obra qualificada, médicos e advogados quase não sabem escrever, alunos de universidades têm problemas para articular o pensamento, para argumentar, para escrever o que pensam. São, de certa forma, analfabetos. Aliás, o analfabetismo devasta este país. Não é alfabetizado quem sabe assinar o nome, mas quem o sabe assinar embaixo de um texto que leu e entendeu. Portanto, a porcentagem de alfabetizados é incrivelmente baixa.
Agora sai na imprensa um relatório alarmante. Metade das crianças brasileiras na terceira série do elementar não sabe ler nem escrever. Não entende para o que serve a pontuação num texto. Não sabe ler horas e minutos num relógio, não sabe que centímetro é uma medida de comprimento. Quase a metade dos mais adiantados escreve mal, lê mal, quase 60% têm dificuldades graves com números. Grande contingente de jovens chega às universidades sem saber redigir um texto simples, pois não sabem pensar, muito menos expressar-se por escrito. Parafraseando um especialista, estamos produzindo estudantes analfabetos.
Naturalmente, a boa ou razoável escolarização é muito maior em escolas particulares: professores menos mal pagos, instalações melhores, algum livro na biblioteca, crianças mais bem alimentadas e saudáveis – pois o estado não cumpre o seu papel de garantir a todo cidadão (especialmente a criança) a necessária condição de saúde, moradia e alimentação.
Faxinar a miséria, louvável desejo da nossa presidenta, é essencial para nossa dignidade. Faxinar a ignorância – que é uma outra forma de miséria – exigiria que nos orçamentos da União e dos estados a educação, como a saúde, tivesse uma posição privilegiada. Não há dinheiro, dizem. Mas políticos aumentam seus salários de maneira vergonhosa, a coisa pública gasta nem se sabe direito onde, enquanto preparamos gerações de ignorantes, criados sem limites, nada lhes é exigido, devem aprender brincando. Não lhes impuseram a mais elementar disciplina, como se não soubéssemos que escola, família, a vida sobretudo, se constroem em parte de erro e acerto, e esforço. Mas, se não podemos reprovar os alunos, se não temos mesas e cadeiras confortáveis e teto sólido sobre nossa cabeça nas salas de aula, como exigir aplicação, esforço, disciplina e limites, para o natural crescimento de cada um?
Cansei de falas grandiloquentes sobre educação, enquanto não se faz quase nada. Falar já gastou, já cansou, já desiludiu, já perdeu a graça. Precisamos de atos e fatos, orçamentos em que educação e saúde (para poder ir a escola, prestar atenção, estudar, render e crescer) tenham um peso considerável: fora isso, não haverá solução. A educação brasileira continuará, como agora, escandalosamente reprovada.
Fonte:
Revista Veja
quarta-feira, 24 de abril de 2013
Beto Carrero e Laguna
Queridos colegas, convidamos vocês para uma viagem incrível onde estamos indo para o parque do Beto Carrero World e Laguna.
Aqui teremos videos dos dois lugares que iremos visitar.
Vídeo do Beto Carrerro World: Vídeo de Laguna:
http://www.youtube.com/watch?v=_RqXbGG40kA http://www.youtube.com/watch?v=OcJbcuDMtAo
![]() |
| Cidade de Laguna |
![]() |
| Beto Carrero World. |
segunda-feira, 8 de abril de 2013
Cronica de Humor
Observe a imagem. Ela mostra um trabalho do artista espanhol
Juan Muñoz.
Converse com seu colega e responda:
a) Qual a impressão causada pelo fato de as esculturas terem sido feitas como se fossem pessoas gargalhando?
A impressão que temos é que as pessoas estão felizes.
b) Que impressão causa em quem observa as esculturas o fato de elas terem sido feitas com a mesma fisionomia e usando a mesma roupa?
Temos a impressão que há uma unica pessoa, que pode estar rindo em diversos lugares ao mesmo tempo.
c) Imagine agora que você está no museu em que essa obra está sendo exibida. Você a observa. De quem as pessoas esculpidas poderiam estar rindo?
Podem estar rindo do escultor que a produziu, ou até mesmo de quem esta a observando.
quarta-feira, 20 de março de 2013
Natal-Samba-Chulé
O natal é uma data muito especial para todos nós, onde as pessoas ganham presentes e toda a família se reúne para comemorar.
Fevereiro é a hora de comemorar porque é a época de samba, as pessoas vão para a avenida para ver carros alegóricos, pessoas fantasiadas sambando com saltos sem usar aquelas meias fedidas com chulé
NATAL - SAMBA - CHULÉ
Foi na época do natal passado, eu sofrendo para acompanhar os passos do professor de dança, dura feita rocha e ele todo cheio de gingado, parecia que o samba estava em sua alma pela leveza dos movimentos, o brilho no olhar e o sorriso constante. Atrevi-me a tirar os sapato para tentar deslizar no piso feito ele, porem uma surpresa desagradável veio cortar a minha empolgação: subiu e se espalhou no salão com um cheirinho ruim, era o meu chulé se manifestando.
NATAL - SAMBA - CHULÉ
Foi na época do natal passado, eu sofrendo para acompanhar os passos do professor de dança, dura feita rocha e ele todo cheio de gingado, parecia que o samba estava em sua alma pela leveza dos movimentos, o brilho no olhar e o sorriso constante. Atrevi-me a tirar os sapato para tentar deslizar no piso feito ele, porem uma surpresa desagradável veio cortar a minha empolgação: subiu e se espalhou no salão com um cheirinho ruim, era o meu chulé se manifestando.
quarta-feira, 13 de março de 2013
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